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13 de abril de 2015

Oportunidades de emprego Estaleiro Jurong 14/04

O Estaleiro Jurong Aracruz e suas empreiteiras está com oportunidades de emprego em diversos setores para amanha Terça-feira 14/04, pelo Balcão de Empregos, mantido em parceria com o Sistema Nacional de Empregos (Sine) e prefeitura municipal de Aracruz.    
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Os profissionais que tiverem interesse devem se dirigir ao Sine de Barra do Riacho, localizada na Avenida José Coutinho Conceição, S/N – ao lado da Pousada Buriti – munidos de identidade, CPF, Carteira de Trabalho e comprovante de residência. 


Fonte: Associação dos Moradores dos Bairros São Pedro, Pindorama e Chic-Chic
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9 de abril de 2015

Vagas Estaleiro Jurong Aracruz para Sexta-Feira 10/04

O Estaleiro Jurong Aracruz  está com oportunidade de emprego para amanha Sexta-Feira  10/04.
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Os profissionais que tiverem interesse devem se dirigir ao Sine de Barra do Riacho, localizada na Avenida José Coutinho Conceição, S/N – ao lada da Pousada Buriti – munidos de identidade, CPF, Carteira de Trabalho e comprovante de residência. 
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8 de abril de 2015

Vagas Estaleiro Jurong Aracruz

O Estaleiro Jurong Aracruz  está com oportunidade de emprego para amanha quinta-Feira  09/04.

  Os profissionais que tiverem interesse devem se dirigir ao Sine de Barra do Riacho, localizada na Avenida José Coutinho Conceição, S/N – ao lada da Pousada Buriti – munidos de identidade, CPF, Carteira de Trabalho e comprovante de residência. 
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1 de abril de 2015

Auto da Paixão de Cristo “Jesus o Nazareno” será encenado em Guaraná.


Nesta Sexta-feira Santa (03/04), às 20h, a paróquia Coração Eucarístico de Jesus encena no distrito de Guaraná, em Aracruz, a morte e ressurreição de Jesus Cristo. Intitulado "Jesus, o Nazareno", o teatro sacro é encenado há 44 anos na sede da Associação de Moradores de Guaraná.
  O evento é apoiado pela Prefeitura Municipal de Aracruz e tem o objetivo a encenação do ministério de Cristo, nascimento, ministério, sofrimento, morte e ressurreição, ascensão ao céu. O mistério Pascal é o tema central da fé Cristã, Jesus Morreu para salvação dos pecados daqueles que Crêem que Jesus é o Salvador.
  O teatro é o maior ao ar livre do Espírito Santo. O Auto da Paixão tem duração de duas horas, com um grande cenário em uma área aproximadamente 3.000m², com capacidade para até dez mil pessoas, onde o publico pode levar sua cadeira para assistir o espetáculo. 
 A história do teatro sacro
  Iniciou- se em 1971 na Igreja Católica de Guaraná, celebrando na Semana Santa o Auto de Páscoa, que contava apenas com 25 pessoas jovens que resolveram apresentar algumas passagens bíblicas sobre a vida de Cristo que manteve o espetáculo até 1983.
  Em 1987 a pastoral da juventude retomou a apresentação do espetáculo em Guaraná que devido às dificuldades financeiras foi suspenso em 1996. Em 1997 os organizadores uniram-se a associação de moradores e buscaram recursos para a construção do cenário fixo onde ocorre até os dias de hoje a apresentação do espetáculo.
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Portocel receberá R$ 1,7 bilhões para triplicar a sua Capacidade

Investimento de R$ 1,7 bi possibilitará operação de outras cargas

  Sob o olhar atento e rigoroso da capixaba Patrícia Dutra Lascosque, o principal porto especializado no embarque de celulose do mundo não para. Com uma média de 286 navios atracando no terminal por ano, uma movimentação em 2014 de mais de 6 milhões de toneladas de celulose, além de milhares de toneladas de produtos siderúrgicos, sal, granito e madeira em tora, Portocel completa neste mês 30 anos de operação sob o controle da iniciativa privada.
  Em seu ano balzaquiano, o terminal – localizado em Barra do Riacho, Aracruz – quer muito mais do que comemorar o status de porto referência que conquistou nas últimas três décadas. Quer, ao longo de 2015 – ainda que seja um ano difícil, com a crise econômica batendo à porta de muitas empresas – tocar e consolidar seus planos de expansão. As obras, pelo planejamento, começam no segundo semestre do ano que vem.
 
Foto: Carlos Alberto Silva
A superintendente de Portocel, Patrícia Lascosque, tem fama de durona. Mas um relógio do Mickey que carrega no pulso a entrega: "É tanto compromisso, que às vezes é preciso descontrair", confessa.
  De olho em se manter competitivo nos próximos 50 anos, Portocel – controlado pela Fibria (51%) e pela Cenibra (49%) – planeja investir R$ 1,7 bilhão, o que irá permitir triplicar a sua capacidade. Juntamente com os investimentos que pretendem realizar, os acionistas traçaram uma nova concepção para o terminal: transformar Portocel em um porto de negócios.
  Isso significa, segundo a superintendente do terminal, Patrícia Lascosque, ampliar a participação de cargas gerais, a serem compostas por: produtos siderúrgicos, mármore e granito e cargas de projetos, que são aquelas que visam atender grandes fábricas, com o recebimento de equipamentos de grande porte; além de passar a atuar no setor de petróleo e gás, com atividades supply.
  Patrícia, que tem uma agenda apertada de viagens, reuniões e supervisão dos 300 profissionais diretos e outros centenas de indiretos (todos conhecidos por ela pelo nome), recebeu A GAZETA em Portocel. Durante a visita, a gestora – primeira mulher no mundo a assumir essa posição em um porto – mostrou os navios, barcaças, pátios, armazéns onde ficam as cargas, além de outras dependências do terminal.
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  Durante a conversa, Patrícia adiantou os projetos que estão por vir com a expansão, entre eles a construção de armazéns, mais pátios cobertos, um novo cais de 1 quilômetro e a ampliação da malha ferroviária dentro do porto. Contou, ainda, que estão previstos mais dois berços para movimentação de celulose e cargas gerais e outros cinco para atender as atividades offshore.
Os investimentos deverão ser desenvolvidos ao longo de quatro fases e vão permitir que a capacidade anual de movimentação de celulose salte de 6 milhões de toneladas para 9,5 milhões. E que outras 20 milhões de toneladas sejam agregadas para as demais cargas.
  A expectativa é de que as obras de ampliação da primeira fase comecem no segundo semestre de 2016 e sejam finalizadas em 18 meses. Mas, para isso, Portocel aguarda o governo federal resolver uma pendência que não é de hoje, a questão da poligonal (delimitação de área) do porto organizado de Barra do Riacho.
  “Já foi feito todo o projeto conceitual do porto. O que precisa é ser levado pelos acionistas aos conselhos de administração das empresas para aprovação final. Mas isso só iremos fazer quando tivermos a mudança da poligonal, que esperamos ser resolvida ainda neste primeiro semestre”. Essas alterações se mostraram necessárias a partir da regulamentação da nova lei dos portos, a 12.815/2013.
Foto: Carlos Alberto Silva
Afonso Cruz trabalha há três décadas em Portocel
Trabalhadores também fazem parte da história do porto 
Em 1975, seu Afonso Cruz, hoje com 59 anos, deixou sua cidade de origem, Colatina, para tentar a vida em Aracruz, município capixaba que era a promessa do desenvolvimento na época. A aposta foi certeira, na visão do operador de máquinas, que há 30 anos é funcionário de Portocel.
Mas, antes mesmo de ser contratado para atuar no terminal, ele lembra que foi o responsável por descarregar a 1ª ferragem da fábrica, na época Aracruz Celulose e hoje Fibria, que seria construída.
Aliás, seu Afonso não esquece de como tudo começou. “O trabalho era bastante diferente. Antes, era só um berço e um armazém no porto e movimentávamos basicamente celulose. Agora, as cargas estão mais diversificadas”, diz.
O operador de máquinas conta, ainda, que com o tempo as atividades e os trabalhadores se profissionalizaram, o que contribuiu para reduzir os riscos de acidentes e aumentar a produtividade. “Um exemplo dessa eficiência é que hoje carregamos um caminhão com 48 toneladas de celulose em 2,5 minutos”, diz orgulhoso.

 


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Fonte: Gazeta Online

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Estaleiro Jurong Aracruz emite nota sobre Operação Lava Jato

 O Estaleiro Jurong Aracruz faz parte do grupo SembCorp Marine (SCM) de Cingapura. A SCM é uma companhia de capital aberto, com cerca de um terço das ações pertencentes ao governo de Cingapura.

Segue nota :

  Por meio de nota à imprensa de 06 de fevereiro de 2012, 08 de agosto de 2012 e 29 de Novembro de 2012, a Sembcorp Marine anunciou que as suas subsidiárias tinham conseguido um número de contratos de construção de sonda de perfuração (os "Contratos") com subsidiárias da Sete Brasil, empresa na qual a Petrobras tem interesse.

  Em nota à imprensa de 8 de Fevereiro de 2015, a Companhia, entre outras coisas, se refere a vários comentários na mídia relacionados com declarações feitas pelo ex-gerente de engenharia da Petrobras Sr. Pedro José Barusco. Essas comentários citam, entre outras coisas, que o Sr. Barusco teria feito declarações no sentido de que os pagamentos ilegais teriam sido feitos no âmbito de contratos celebrados pela Petrobras e / ou Sete Brasil.

  A Sembcorp Marine já havia iniciado uma investigação interna e contratou advogados para efeitos de obtenção de aconselhamento jurídico. A Companhia recebeu uma cópia do que supostamente seria uma barganha entre as autoridades brasileiras e Mr Barusco na qual Barusco faz acusações contra o Sr. Guilherme Esteves de Jesus ("GDJ") em conexão com os contratos. GDJ está ligado a empresas que foram contratadas por estas subsidiárias como consultores no âmbito dos Contratos.

  A Sembcorp Marine tomou conhecimento de que em 28 de março 2015, em decorrência de alegações feitas por Barusco, GDJ foi preso pelas autoridades brasileiras em 27 de Março de 2015.

  A Companhia não pode comentar sobre a veracidade ou não das alegações, entretanto suas (legalmente privilegiadas) investigações internas continuam. A Companhia e o Grupo possuem uma política anti-suborno rigorosa e não toleram qualquer ação que irá resultar na violação de leis anti-corrupção de qualquer país. A Companhia e o Grupo também não vão tolerar qualquer conduta comercial imprópria.


Fonte: Estaleiro Jurong Aracruz EJA
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28 de março de 2015

Empresas do transporte público de Aracruz são notificadas.

  A Secretaria Municipal de Transportes de Aracruz , notificou as empresas Expresso Aracruz e Cordial pelo não cumprimento dos serviços dentro do prazo estabelecido em contrato.  Nos dias 16 e 23 de outubro de 2014 as empresas assinaram o contrato com a Prefeitura e em novembro do mesmo ano, solicitaram a prorrogação do prazo em 120 dias para trabalharem dentro do novo modelo de prestação de serviço

  O procedimento de notificação preliminar é realizado antes de ser aplicadas multas e penalidades para as duas empresas, uma vez que o contrato estabelece normas para que a prefeitura possa notificar e multar suas prestadoras de serviços, em caso de descumprimento do contrato.
  No último dia 13 de março, a Expresso Aracruz e a Cordial solicitaram mais 30 dias de prazo para iniciar a operação do novo contrato, entretanto a Prefeitura de Aracruz negou esse novo pedido, uma vez que já havia concedido um prazo de 60 dias, em 2014.
  O prazo para o início dos novos serviços oferecidos à população pelas duas empresas de ônibus era no mês de janeiro, mas com o novo prazo concedido essa data passou para dia 17 de março para Expresso Aracruz e 23 de março para Cordial.
  Para justificar seus pedidos de mais tempo para começar a oferecer à população de Aracruz um serviço de melhor qualidade, a Expresso Aracruz e a Cordial alegaram, que as fábricas montadoras de ônibus não estavam conseguindo entregar suas encomendas dentro do prazo, o que foi indeferido pelos técnicos da Administração Municipal e determinando o início dos trabalhos para a data pactuada em contrato.
  Como as empresas não cumpriram a determinação da PMA de iniciar o novo sistema de transporte coletivo, foram imediatamente notificadas e poderão receber pesadas multas e até ter seus contratos cancelados e ficarem impedidas de assinar novos contratos no futuro.
  Diante dessa situação a Prefeitura de Aracruz, além de acionar as empresas Expresso Aracruz e Cordial através de notificações preliminares, também encaminhou um processo ao Ministério Público comunicando as sanções previstas no contrato, bem como as ações tomadas para se fazer cumprir os contratos.
  A Prefeitura de Aracruz espera que num curto prazo,  as duas empresas comecem a cumprir seus contratos, entregando á população, além de novos ônibus um serviço de mais qualidade e segurança para todos os usuários do sistema de transporte coletivo urbano e rural.
Fonte: PMA
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Operação Lava Jato - Polícia Federal prende operador do Estaleiro Jurong

  Operação Lava-Jato
  O lobista Guilherme Esteves de Jesus, preso na manhã desta sexta-feira (27), pela Operação Lava-Jato, é acusado de pagar pelo menos US$ 8,2 milhões em propina em nome do Estaleiro Jurong - de um dos maiores grupos do setor no mundo - por seis contratos para construção de sondas de exploração do pré-sal feitos com a empresa Sete Brasil. Pelo menos US$ 1,7 milhão teriam sido pagos para dois executivos da empresa brasileira, João Ferraz e Eduardo Musa.
ESTALEIRO JURONG, NO ESPÍRITO SANTO, FECHOU SEIS CONTRATOS COM SETE BRASIL (FOTO: BANCO DE IMAGENS DO EJA)
  "Os pagamentos das propinais, que totalizariam cerca de US$ 8.211.614,00, teriam sido feitas por intermédio de transferências no exterior da conta em nome da off-shore Opdale Industries Ltd, controlada por Guilherme, para contas controladas por Pedro Barusco (offshore Natiras) Renato Duque (offshore Drenos), João Ferraz (offshore Firasa) e para Eduardo Musa (conta não identificada)", registra o juiz federal Sérgio Moro, em sua decisão, nesta quinta-feira (26).
  A Sete Brasil foi constituída com diversos investidores, entre eles a Petrobras e com recursos provenientes de fundos de pensão da Petros, Previ e Funcef, Valia. Também tem por sócios empresas privadas e instituições financeiras, como os bancos Santander, Bradesco e o BTG Pactual. Em 2011, a Sete Brasil venceu licitação da Petrobras para a operação de 21 sondas do pré-sal. Para executar os serviços, a empresa fechou 21 contratos pelo valor total de US$ 22 bilhões com cinco estaleiros: Estaleiros Atlântico Sul, Estaleirto Rio Grande (ligado à Engevix Engenharia), Estaleiro Jurong, Estaleiro Kepell Fels e Estaleiro Enseada do Paraguaçu (formado por consórcio da Odebrecht, OAS, UTC e Kawasaki).
  Uma das pessoas que participou ativamente da formação da Sete Brasil foi o ex-gerente de Engenharia da Petrobras Pedro Barusco delator da Lava Jato. Cada estaleiro tinha o seu operador responsável pelo pagamento de propinas, afirmou ele. Guilherme Esteves era o operador do Estaleiro Jurong, que ficou com seis contratos dos 21.
  Barusco foi indicado Diretor de Operações da Sete Brasil em fevereiro de 2013, mas desde 2011 trabalhava na empresa. Segundo ele, "o esquema criminoso da Petrobras reproduziu-se na empresa Sete Brasil". Sua função na empresa privada "era conduzir o projeto de construção de sondas de perfuração de águas profundas para exploração do pré-sal".
  Barusco afirmou à força-tarefa da Lava Jato que a "João Ferraz foram repassados US$ 1.035.996,00 em julho de 2013? e a "Eduardo Musa US$ 786.000,00, também em julho de 2013?. No celular do operador de propina da Jurong, a PF localizou "mensagens de texto, trocadas entre ele e Fabricio Barwinski e FRrederico Goldin, sobre pedidos de transferência de valores da conta Opdale para as contas Nebraska, Nave e Firasa, esta última pertencente ao presidente da Sete Brasil, João Ferraz", segundo registra o MPF.
  Guilherme Esteves foi um dos 11 acusados de operarem propina na Diretoria de Serviços - comandada pelo PT - alvos de busca e apreensão na nona fase da Lava Jato, batizada de Operação My Way. De acordo Barusco, Guilherme Esteves funcionou como operador financeiro para o pagamento de propinas provenientes do Estaleiro Jurong a partir de janeiro de 2013, por meio da celebração de contratos ideologicamente falsos, emissão de notas fiscais frias e realização de depósitos em contas bancárias no exterior.
Para o juiz da Lava-Jato, "o quadro probatório revela provas de crimes de corrupção e de lavagem de dinheiro, com a utilização, por Guilherme Esteves de Jesus, de contas secretas no exterior para a realização de pagamentos de propinas milionárias a dirigentes da Petrobras e da Sete Brasil".
  "A Sete Brasil, apesar de ser empresa privada, tem importante participação acionária da Petrobras e de fundos de pensão, com o que não se trata propriamente de lesão unicamente a uma empresa privada", afirmou Moro, em sua decisão de prisão do operador da Jurong.
  Sete Brasil. A Sete Brasil "foi um projeto montado no interior da Petrobras, idealizado, sobretudo, por João Carlos de Medeiros Ferraz". Barusco afirmou em sua delação que "em todos os contratos, foi acertado o pagamento de propina de cerca de 1%, depois reduzido a 0,9%, dos valores".
Tanto Ferraz como Musa eram funcionários da Petrobras. "Além disso, o pagamento das propinas comissionadas teria ocorrido no âmbito de contratos destinados à construção de sondas para a empresa estatal", ressalta o juiz."Não há, como regra, 'propina grátis', sendo o usual a inclusão dos valores respectivos como custo a ser suportado ao final pela empresa estatal e, por conseguinte, pelos cofres públicos."
  O Estaleiro Jurong é uma subsidiária do Gruo SembCorp Marine, companhia de capital aberto de Cingapura e uma grande fornecedora internacional de plataformas e sondas para exploração de petróleo.
  Ninguém do grupo foi localizado. Além do ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque - indicado pelo PT ao cargo -, dele próprio, dos executivos da Sete Brasil, parte da propina ia para João Vaccari Neto, tesoureiro do PT.
A Sete Brasil foi procurada, mas ainda não se manifestou.


Fonte: Diário de Pernambuco
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26 de março de 2015

Oportunidade Estaleiro Jurong Aracruz 27/03

O Estaleiro Jurong Aracruz  está com oportunidade de emprego no setor Marítimo para amanha sexta-feira 27/03.
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  Os profissionais que tiverem interesse devem se dirigir ao Sine de Barra do Riacho, localizada na Avenida José Coutinho Conceição, S/N – ao lada da Pousada Buriti – munidos de identidade, CPF, Carteira de Trabalho e comprovante de residência. 
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25 de março de 2015

Prefeitura de Aracruz apresenta projetos de Drenagem pluvial para o Distrito de Guaraná

  Na noite da última quarta feira (18), às 19h, a prefeitura de Aracruz realizou uma reunião, no salão paroquial da Igreja Católica, com os moradores do Distrito de Guaraná para apresentação de dois projetos importantes e muito solicitados pela comunidade local. 
  As ruas e vias contempladas ao longo do Distrito de Guaraná sofrerão importantes intervenções, principalmente em obras de drenagem pluvial e pavimentação.
  O projeto apresentado começou a ser elaborado pela secretaria de obras logo após os desastres naturais que aconteceram na região no final do ano passado e traz nele informações técnicas e de valores.
  Durante a reunião que contou com participação de cerca de 120 pessoas da comunidade, foi informado aos moradores sobre os primeiros serviços que serão executados: na Rua Francisco Pelissari e na ponte sobre o Rio Araraquara.
  Na parte de segurança viária, foram previstos passeios públicos, sinalização horizontal e vertical para orientação de pedestres e motoristas e demais dispositivos.
  Ficou definido que a prefeitura começará nos próximos dias os trâmites legais para realização da Licitação, que deverá ser finalizada entre 100 e 120 dias, caso não ocorra nenhum questionamento do edital, conforme explicou o secretário de suprimentos André Coelho.
  No projeto estão previstos os seguintes serviços para a ponte: reconstrução total da ponte, criação de galerias (bueiros) pra drenagem, elevação do greide da rua. A pista da ponte terá 7 metros de largura e um passeio para pedestres em cada lado. 
  Para a rua Francisco Pelissari serão realizados os serviços de drenagem da água da chuva, pavimentação, sinalização e urbanização.
  Essas duas obras tem valor aproximado de R$ 1 milhão e 450 mil reais, que serão realizadas com recursos próprios da prefeitura.
  O Secretário de Obras, João Cleber informou que após a emissão da ordem de serviços a previsão é que a reconstrução da rua leve 120 dias e da ponte 180 dias.
  De acordo com o apresentado nos projetos, a obra total de infraestrutura de drenagem de Guaraná ficará em aproximadamente R$14 milhões de reais, sendo que esses recursos ainda precisam ser captados através de convênios com o governo estadual ou federal.
Fonte: PMA
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